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Written by suplicio |
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As aplicações do cinto de castidade masculina vão muito mais além das relacionadas com sado-masoquismo e dominação feminina. O cinto de castidade aplicado no pénis do homem pode trazer muitas vantagens a uma relação e melhorá-la definitivamente. É verdade que muitas mulheres servem-se do cinto de castidade para se vingarem e humilhar e fazer sofrer os seus namorados ou maridos, obrigando-os a usar durante períodos muito prolongados (meses e até anos), sem lhes permitir um único orgasmo. Chegam mesmo a fazer autênticas crueldades como por exemplo, excitar o homem até ao limite prometendo-lhe um orgasmo e depois parar e voltar a colocar o cinto de castidade durante mais umas semanas ou meses. Na Holanda, Roménia e Polónia há comunidades de mulheres muito ricas que mantêm homens totalmente castos durante anos, alguns desde a puberdade até aos 40 ou 50 anos. No entanto o cinto de castidade tem funções bem mais interessantes. Podem devolver entusiasmo à relação e acima de tudo ajudam os homens a perceber as nossas necessidades mais íntimas. Os homens não nos compreendem porque só pensam em sexo. A testosterona é uma prisão para o cerebro deles. Nós percebemos isso e todas nós já privamos os nossos homens de sexo para ver se eles começam a atingir algo mais! Mas há um problema… É que ao fim de alguns dias eles não aguentam mais e masturbam-se. E não tenhamos ilusões: todos os homens se masturbam e um homem quando se masturba não pensa na sua mulher ou namorada, pensa na vizinha, na colega de trabalho, numa menina da internet… Depois de se masturbarem lá voltam eles a ficar brutinhos como de costume e durante dois ou três dias não nos ligam nenhuma. O cinto de castidade resolve este problema. Devolve-nos o controlo do nosso homem e da relação Quando vim estudar para a Inglaterra já conhecia os cintos de castidade masculinos, mas não fazia ideia da dimensão que esta realidade já alcançava. Em Inglaterra os fabricantes situam o nível de vendas só dentro do país em cerca de 25.000 por ano. No Brasil um estudo feito por uma sexóloga revelou que foram vendidos 130.000 cintos de castidade em 2008. Por isso, andam por aí muitos homens com eles postos no pénis e nós nem imaginamos. O meu namorado ficou em Portugal e por isso só nos vemos de 15 em 15 dias. Uma vez vem ele cá e outra vou eu a Portugal. Um dia arrisquei e comprei um dos cintos de castidade mais seguros do mercado. No fim-de-semana seguinte, quando nos juntamos em Manchester, matamos primeiro as saudades, mas depois mostrei-lhe o cinto e convenci-o a usá-lo durante os 15 dias seguintes. Um homem normal ao fim de três ou quatro dias sente necessidade de sexo ou pelo menos de ejacular. Ao fim de uma semana o sentimento de frustração é muito grande e sentem um desconforto muito grande na pélvis. Quinze dias ou um mês representam verdadeiros martirios para eles. A vontade de ejacular é imensa. Os testículos aumentam de volume e aquecem e começam a obter uma cor ligeiramente azulada, devido à acumulação de esperma. As erecções quando lhes são permitidas são ligeiramente maiores que as normais. O organismo começa a libertar pequenas secreções de esperma, principalmente quando urinam, mas estas secreções não dão prazer apenas aliviam um pouquinho aquele calor dos testículos. Não foram 15 dias fáceis para ele. Foram mesmo muito difíceis e deu para perceber que era impossível ele aguentar sem se masturbar antes de começar a usar o cinto. Mas a grande diferença notou-se logo no nosso reencontro. À minha frente estava um homem totalmente diferente: atencioso e dedicado; com uma capacidade fora do comum para escutar e prestar atenção ao meus problemas. Antes ele desvalorizava coisas que para mim eram muito importantes. O uso do cinto e a privação de orgasmos tinham feito dele um homem novo. Mantivemos aquele regime, só fazíamos amor de 15 em 15 dias. A ele custava-lhe muito e pediu-me muitas vezes para acabar com aquilo, mas eu convencia-o facilmente. Ele próprio começou a ter noção dos benefícios daquele sacrifício. Estavamos muito mais unidos. Ele entrou num mundo que desconhecia completamente, o mundo da compreensão das mulheres. Não quer dizer que de vez em quando não lhe fizesse uma maldade. Num fim de semana que ele me visitou em Inglaterra, seduzi-o durante todo o dia, insinuei-me com comentários sexys. À noite despi-o todo e tirei-lhe o cinto. O pénis dele ficou logo com uma erecção bem forte. Excitei-o muito com as mãos e com a boca, levei-o ao limite várias vezes, mas sem deixar que ejaculasse. Eu continuava em lingerie sem sequer lhe dar o prazer de me ver nua. Ele ficou doido! Eu continuava a brincar com ele, fiz-lhe cócegas da cabeça aos pés, beijei-o, lambi-o… ele tremia de excitação e implorava a meus pés por um orgasmo. Recusei. Disse-lhe que não me apetecia… que aquele momento tinha sido muito divertido para os dois e que ele agora teria que se superar. Ao outro dia meti-o no avião com o cinto colocado. Quando fui a Portugal, depois de um mês inteiro de castidade, fizemos amor como doidos, dei-lhe uma noite maravilhosa! Hoje em dia mantemos este regime, mas sem respeitar os períodos de antes. Às vezes são dois ou três dias, como podem ser dez ou quinze, às vezes um mês. E até já fizemos um período de 70 dias e foi a pedido dele, que quis perceber até onde aguentava. Acima de tudo, o mais importante é que ambos percebemos as benéficas potencialidades da castidade masculina. O meu namorado deixou de ignorar aqueles meus problemas que ele achava insignificantes e ridiculos. Deixamos de discutir porque ele agora compreende-me. É meigo todos os dias, e não apenas depois do sexo. A castidade masculina foi a melhor descoberta da minha vida. E para além disso, temos de ser francas, dominar e controlar a pilinha de um homem é extremamente excitante.
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